sábado, março 28, 2009

A violência nas crianças e jovens - parte V

http://d.yimg.com/x/pi/news/afp/j/090125/icpsszk72250109232429photo00.jpg

A agressão contra crianças de tenra idade, ainda bebés, vem tomando, cada vez mais, contornos graves (se tivermos em conta que os agressores podem ser os pais biológicos, adoptivos ou a madrasta ou o padrasto, tidas como "pessoas normais ",ou então agressores estranhos aos mesmos)
e até bastante doentios, se nos lembrarmos do ataque de um indivíduo belga que entrou no infantário maquilhado com o rosto branco e olhos pintados de negro que causou três vítimas entre elas duas bebés de seis e nove meses, cujas razões ainda se desconhecem totalmente.
Segundo AZEVEDO e GUERRA (2000), as estatísticas internacionais apontam que 70% das agressões são provenientes dos pais biológicos. O cônjuge que agride mais os filhos é a mãe. Já o pai, porque apresenta maior força física, é o que causa lesões mais graves nos filhos quando os pune corporalmente)

Por outro lado, com bastante frequência, somos alertados para situações de violência que ocorrem, nas escolas tendo como vítimas as crianças e os jovens, não esquecendo os próprios professores, educadores ou auxiliares de educação
Por incrível que pareça, este facto também se vem alastrando a outros sectores como o da saúde onde, por vezes, se assiste à chegada de crianças e jovens que foram vítimas de agressão, assim como à chegada de outras que vitimaram alguém e tentam agredir ou agridem mesmo quem está por perto.
Na sociedade, este fenómeno que não é recente, está sendo motivo de preocupação e interesse para os próprios alunos, pais, profissionais da educação
e da saúde, e também a comunicação social.

Mas será que a agressividade ajuda a fortalecer o carácter de um jovem?

Parece que não. Contudo essa agressividade está a tornar-se em algo preocupante por causa da sua elevada incidência e porque agrava determinados comportamentos e altera o normal desenvolvimento da vida escolar. Ultimamente, têm vindo a adquirir uma maior relevância por causa da divulgação através dos meios de comunicação e, também, pela crueldade de alguns episódios recentes, que desencandeiam sentimentos como o medo, a ansiedade e doenças mentais, entre as quais a depressão, podendo levar ao suícidio.

Investigações efectuadas no nosso país referem que a sua incidência vai paulatinamente aumentando. Os primeiros estudos apontavam para uma incidência de 20% e os últimos apontam para um índice muito próximo dos 40% .

http://www.miniweb.com.br/educadores/artigos/imagens/menina.jpg
Neste tipo de comportamentos estão envolvidos: o agressor, o agredido, o grupo dos colegas, a própria instituição (professores, equipas psicopedagógicas e equipas directivas) e as famílias (a do agressor, a do agredido e as associações de pais).
É frequente falar-se internacionalmente em Bullying
.
Mas o que é o Bullying?
Olweus (1991, 1993, 1994) definiu o conceito de bullying afirmando que «um aluno está a ser provocado/vitimado quando ele ou ela está exposto, repetidamente e ao longo do tempo, a acções negativas da parte de uma ou mais pessoas».

http://www.medplan.com.br/site/imagens/geral/img_20090220_174516.jpg

Referimo-nos então a uma alteração do comportamento, que se manifesta entre os estudantes, sendo uma forma comportamental agressiva, intencionada e prejudicial cujos protagonistas são jovens estudantes. Não se trata de um episódio esporádico mas sim persistente, que pode durar semanas, meses ou até anos. A maior parte dos agressores ou bullies agem movidos por uma sensação de abuso do poder e um desejo de intimidar e dominar. Uma característica dominante destas relações é que o aluno, ou grupo, que se manifesta como líder trata de maneira tirânica o companheiro que hostiliza, oprime e atemoriza repetidamente, atormentando-o até ao ponto deste se tornar na sua vítima habitual.


O bullying pode manifestar-se de várias maneiras:

Por Violência física: diversas formas de agressão (empurrões, socos, pontapés, agressões com objectos) e os ataques à propriedade (lápis, mala, cadernos);
Através de Violência verbal: como colocar alcunhas (magrizelas,gorducho) insultar, ridicularizar, responder com maus modos, fazer comentários racistas;
Por Violência psicológica: através de acções dirigidas com a intenção de minar a autoestima da criança ou do jovem e fomentar a sua sensação de insegurança e temor;
Através de Violência social: principalmente na forma de propagação de rumores desqualificantes e humilhantes que pretendem a sua exclusão e isolamento do grupo;
Por Violência indirecta: quando se induz a agressão a um terceiro;
Através de Abusos sexuais: intimidações e vexames;
Por objectos comunicacionais como o telemóvel, o computador (cyberbullying).

http://imgs.sapo.pt/gfx/466009.jpg

O caso do João, ainda recente, que levou a peito a atitude e os sms dos amigos, está na memória de muita gente. Em Fevereiro suicidou-se. A família aponta esta como a grande causa, apesar da escola rejeitar a ligação.

Estudos longitudinais associam o facto de ter bullying em idade escolar com a possibilidade de inclusão nos fenómenos de mobbing, a maioria das vezes como perseguição laboral.


Continua ...
R.S.

41 Comments:

At 11:07 da tarde, Anonymous joana santos said...

Gostei deste post.
Objectivo, actual,...espero pelo próximo. Bjinhos da J.S.

 
At 9:26 da manhã, Anonymous Rosário Coelho said...

Casos de bullying tendem a aumentar com a ausência ou crise de valores, não haja dúvidas!
Belo post, Rosa!

 
At 2:03 da tarde, Anonymous Magda (sua ex-aluna) said...

Pois é, Prof.ª Rosa, a violência nas crianças e jovens acaba por envolver toda uma comunidade:vítimas, agressores, pais, professores, profissionais de saúde, educadores, terapeutas, associações, escolas, amigos, familiares,....enfim um grave problema!
Um post objectivo e adequado aos tempos que correm que não são nada fáceis....bj, Magda.

 
At 10:16 da manhã, Anonymous miguel said...

Actualmente vivemos numa sociedade muito doente,em que os valores não existem ou parecem invertidos, a justiça não funciona, a saúde e o ensino estão uma miséria, bom é melhor nem lembrar...........bjocas. Miguel

 
At 11:19 da manhã, Anonymous Rita Gameiro said...

A agressividade faz, cada vez mais, parte do nosso dia-a-dia, infelizmente.
Todos os dias ouvimos relatos e notícias de miúdos que foram raptados, espancados, abusados e de professores que também o foram.
Até quando esta sensação de impunidade?
A sociedade global está a ficar esquizófrenica e a nossa também!
Belo post, Rita.

 
At 6:41 da tarde, Anonymous Sofia said...

O importante é discernir o que é agressividade do que não é, impondo-se como um desafio actual. São necessários diagnósticos precisos das áreas de intervenção prementes.
Intervir é essencial e urgente, sendo vários os autores que apontam estratégias de mudança.
No entanto, o conhecimento incipiente deste fenómeno impede qualquer tipo de actuação, servindo apenas para o acumular ineficaz de medidas ....
Bom post!Parabéns!

 
At 9:30 da tarde, Anonymous Paulo Carneiro said...

A investigação sobre as causas do bullying, na perspectiva do "agressor" também se começou a orientar para a vulnerabilidade. Muitos investigadores têm vindo a sugerir que os agressores são eles próprios vitimas de maus tratos e que podem estar a repetir um padrão de comportamento de abuso, aprendido. Também foi sugerido que eles podem estar a projectar nos outros a insatisfação consigo mesmos e a sua raiva.
A investigação começou a centrar-se no ambiente escolar e no modo como este factor também pode aumentar ou diminuir as oportunidades de bullying, enquanto causa indirecta. Sabe-se que há maior probabilidade de ocorrerem problemas comportamentais quando existe um conflito de culturas entre a escola e a comunidade. Esta abordagem da escola como um todo tem-se revelado muito importante na identificação das causas do bullying e no desenvolvimento de programas de intervenção para o combater.
Continue o bom trabalho!

 
At 10:32 da tarde, Blogger Um Poema said...

....

Rosa,
Toda a violência sobre crianças é, no mínimo, aberrante. Seja ela física, psicológica, verbal, ou de qualquer outro tipo.
Quanto aos casos chamados de "bulling", o mais impressionante é constatar que, sendo os jovens, normalmente, generosos se transformam em agressores sem regras nem motivos, repetidamente, sem pesos de consciência.
E sou tentado a pensar que, ou em casa não há valores que lhes sirvam de referência, ou essa agressividade, irracional e sádica, assenta na agressividade de que eles próprios foram ou são vítimas.

Obrigado por mais este belíssimo trabaho.

Desejo-te uma Páscoa muito Feliz.

Um abraço

 
At 12:39 da manhã, Blogger Sofá Amarelo said...

Curiosamente - e talvez por ter dois filhos em idade escolar - apercebo-me da «violência» que as meninas exercem, mais psicológica ao invés dos rapazes, que é quase estritamente física.

 
At 11:38 da manhã, Anonymous L.J. said...

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Feliz Páscoa, Prof.ª Rosa!!!!

 
At 12:15 da tarde, Blogger Neuro_enfermeiro said...

Uma boa Páscoa com tudo de bom, são os meus votos.

Enfº Mário

 
At 2:31 da tarde, Blogger António said...

FELIZ PÁSCOA, Rosa!

Beijinhos

 
At 6:25 da tarde, Blogger O Profeta said...

Para que a terra não trema
Para que esta Ilha seja de boa guarida
Mil e muitas ave-marias
Para iluminar tanta alma perdida

Em meu peito bate a fé
Sou um caminhante de muda revolta
Olhos presos a este manto verde
Alma que se ergue e fica solta


Boa Páscoa


Mágico beijo

 
At 7:02 da tarde, Blogger Vera Carvalho said...

Excelente Post, pertinente e actual como sempre :)

Um beijo Grande e esperamos que tenha uma Páscoa feliz, são os meus votos e do Cogitare em Saúde.

Aproveitamos para a desafiar para que escreva um artigo de opinião deixamos à escolha o tema .

Vera Carvalho

 
At 10:37 da manhã, Anonymous José Estanqueiro said...

O bullying, além de ser cruel no caso das crianças ou mesmo nos jovens, infelizmente, vai tomando forma em todos ou quase todos os contextos de trabalho denominando-se mobbing:
"O que é o "Mobbing"?

Violência moral ou psíquica no trabalho: atitudes ou comportamentos de violência moral ou psíquica em situação de trabalho, segregação e violência repetida ao longo do tempo de maneira sistemática ou habitual, que levam à degradação das condições do ambiente de trabalho, comprometendo a saúde ou o profissionalismo ou ainda a dignidade do trabalho.

Em inglês, "to mob" significa "agredir".

Na prática, podemos traduzir isso com duas palavras: vergonhosa intimidação.

Uma verdadeira praga social, um verdadeiro fenómeno de delinquência organizada, com três componentes: a vítima (o "mobizado"), o agressor(s) (Mobbers) e os cúmplices (os colegas, que compactuam de forma cobarde com o(s) mobber(s)).

Os efeitos do mobbing sobre a vítima são ansiedade, insónias, falta de apetite ou apetite excessivo, dores fortes de cabeça, tonturas, esgotamento e depressão.

Perfil pessoal da vítima: Colega tímido, sensível, inteligente um pouco mais do que a média, insatisfeito, honesto, pessoa de princípios e valores.

Dedicado à Instituição ou à Empresa e normalmente trabalha acima da média.

Perfil pessoal do mobber: Colega invejoso, de ideias fixas, manipulador, gosta de impor aos outros colegas ideias negativas, gosta de se fazer vítima, expressa-se e influencia com facilidade outros colegas.

Não gosta da sua profissão e por isso é pouco dedicado, nem gosta dos colegas que se dedicam, por isso conspira e influencia outros colegas a terem a mesma atitude contra esses colegas de forma a isolá-los.

É certamente uma pessoa com problemas pessoais, de família, é uma instável mas extrovertida.

O mobbing é usado por colegas de Instituições ou Empresas que querem afastar outro trabalhador que se tornou um incómodo para eles.

Muitas vezes não é a própria Empresa nem um superior que exerce o mobbing, acontece muitas vezes ser exercido por alguém que apesar de estar há pouco tempo na empresa ou Instituição quer ser promovido, tentando exercer pressão sobre os que trabalham consigo.

A técnica é relativamente simples, subtil e camuflada, nas Empresas ou Instituições, tentam através do esgotamento ou depressão de um colega afastar/aposentar/demitir de forma indirecta.

Na Administração Pública isso é mais difícil, mas não é impossível.

Nas Empresas ou Instituições do Estado é normalmente utilizada uma técnica distinta, começa-se por organizar o mobbing entre vários colegas, de modo a isolar outro(s) colega(s) de tarefas, actividades e até convívios ou festas habituais de modo a afectá-lo psicologicamente.

Se a vítima não conseguir resistir opta pela transferência, que pode parecer uma vantagem para quem é "mobizado", mas na realidade converte-se num erro.

Quem sofre por mobbing na Administração Pública vive a tentação de entregar "os pontos" e de deixar-se vencer de maneira fácil, pedindo transferência ou destacamento para outra Instituição, em relação àquele que sofre do mesmo problema numa Empresa privada.

SETE CONSELHOS PARA RESISTIR AO MOBBING:

1) Não se isole, apesar desta ser a sua primeira tendência.

2) Não ceda ao desânimo e à depressão, participe nas actividades ou convívios mesmo que o ignorem.

3) Não pense que é o único, normalmente existem outros colegas vitimas de mobbing.

4) Procure aliados. Isso nem sempre é fácil, porque muitas vezes afastam-se para que o mobbing dirigido a si não se volte também contra eles.

O mobbing é transversal, são os próprios colegas que são mobbers ou cumplices

5) Denuncie as ocorrências a outros colegas e à Administração da Empresa.

6) Inscreva-se numa associação contra o Mobbing como a italiana M.I.M.A.

7) Procure as vias legais. Neste caso, recolha documentação, registe as datas horas e pessoas presentes durante as ocorrências e procure um advogado. Na maioria dos códigos penais dos países Europeus é possível enquadrar no procedimento penal e/ou civil."

RESISTIR! RESISTIR! RESISTIR!

M.I.M.A. Associazione MIMA via Filippo Meda 169, 00157 Roma www.mimamobbing.org

In ExpressoEmprego.pt

José Estanqueiro.

Parabéns pelo blog!

 
At 11:59 da manhã, Anonymous L.L. said...

O mobbing tem sido tabu, sobretudo em determinados contextos, onde parece normal acontecer e estas pessoas (agressores)são protegidas porque os empregados pensam ser normal no empregador este tipo de comportamento!
ver link que deve seguir.........
Parabéns pelo excelente blog.
Estive a ler posts anteriores.
Mantenha-se!
L.L.

 
At 12:01 da tarde, Anonymous L.L. said...

ver link:http://www.uria.com/esp/actualidad_juridica/n19/foroPor03.pdf

L.L.

 
At 7:37 da tarde, Blogger Dreamaster said...

Este tipo de comportamentos sempre existiram. "Normais" na adloescencia das sociedades ocidentais. O problema é q tem vindo a aumentar e a piorar e o mais grave é a violencia chegar a ao ponto de crinças agredirem crinças ainda mais pequenas (q se podem considerar quase crianças). Hoje muitas crianças e deolescentes , talvez pela evolução da sociedade, apesar das tenras idades já têm um raciocinio perto de um adulto. Muitas vezes me siurependo ao ver e ouvir crianças a ter uma conversa normal e um discurso fluido sobre varios assuntos mais proprios de um adulto e fico a pensar quando eu e malta da minha geração qunado tinhamos a idade deles, não tinhamos nem de perto este amadurecimento mental. A nossa idade mental correspondia à nossa idade fisica, ou seja, qunado crianças, falavamos como crianças e qunado adolescentes falavamos como adolescentes. Tudo isto musdou em poucas decadas e as sociedades não souberam acompanhar ao nivel de politicas de educação a evolução mental das novas gerações.

O mais estranho disto tudo é q estas nova gerações sentem-se mais isolados do q nunca e nunca como antes houve tanta coisa para iliminar o isolamento q gerações anteriores sentiam na sua juventude.


Boa semana :)

Bejus
D.

 
At 9:00 da tarde, Anonymous Paulo Carneiro said...

Sábado, 16 de Fevereiro de 2008
Poema Ser Criança

Não é apenas porque temos filhos ou porque nos emocionamos e encantamos com esses seres tão genuínos, engraçados e amáveis. Gostamos de criança porque ser criança é também é um estado de espírito que podemos e devemos manter pelo resto da vida. Aí vai um poema que fala justamente disso.
Ser Criança
Sandra Mamede

Ser criança Não é somente ter pouca idade E sim esquecer a idade física A nossa verdadeira idade está na mente É o que se sente.

Ser criança É perseguir a felicidade Sem se importar com a idade.

É esquecer um pouco das responsabilidades Sem contudo ser irresponsável.

É viver intensamente o presente Não viver condicionado ao futuro Nem ruminando o passado

É amar intensamente E viver essa paixão sem precedentes

É sempre sorrir Sempre estar aberto para o novo Ser criança

É nascer de novo a cada dia...

 
At 11:40 da tarde, Blogger Peter and Samy said...

Aodrei o blog...
Infelizmente cada vez mais somos deparados com situações de agressão, violação aa menores, posso exemplificar com um caso que aconteceu aqui na mnha zona, de um homem que andava a violar e a bater na mulher e as duas filhas pequeninas, o conclusão da história, foi que uma amiga da mulher contou tudo que sabia à policia (pois a mulher não tinha coragem de o fazer) e o homem foi preso e suicidou-se na prisão...

 
At 2:34 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Joana e Rosário, vocês têm razão. Bjinhos para ambas!RS

 
At 2:35 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Tem razão, Magda os tempos nãoestão nada fáceis mesmo.
Um grande bjinho, RS.

 
At 2:35 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Tens razão Miguel, bjocas, RS.

 
At 2:36 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Pois é Rita, está tudo a ficar esquizofrénico! Bjs, RS.

 
At 2:38 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Concordo Sofia, necessitam-se de estratégias de intervenção mas também de políticas que as apoiem!
Bjs, RS.

 
At 2:38 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Obrigada , Paulo Carneiro pelo estímulo ao trabalho que por aqui se vai fazendo...RS.

 
At 2:39 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Vítor, espero que tivesses tido uma Páscoa muito feliz. Bjinho, RS.

 
At 2:42 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Alexandre, as meninas, às vezes, exercem mais violência do que certos meninos, mais psicológica ao invés dos rapazes, que é quase estritamente física, mas o "xingar" o parceiro, às vezes, custa mais do que um valente pontapé...pois é.
Obrigado pela visita, RS.

 
At 2:42 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Feliz Páscoa, também para si, LJ.

 
At 2:43 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Enf.º Mário, obrigado pela visita e espero que também tivesse tido uma boa Páscoa!

 
At 2:44 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

António, espero pelo segundo livro!
Bjinho, RS.

 
At 2:45 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Profeta, mágico e doce beijo também para si, pela doce e linda poesia que transmite, RS.

 
At 2:47 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Vera, aceito o convite, mas de momento não pode ser. Tenho outros compromissos e estou sem tempo.
Um beijo grande para vocês, os Cogitadores de Serviço Vera e Sérgio!

 
At 2:48 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

José Estanqueiro e LL, obrigado pelas dicas muito importantes nos tempos difíceis que correm.
Muito Obrigada, RS.

 
At 2:49 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá D. Obrigado pelo pertinente comentário.Bjs, RS.

 
At 2:50 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Paulo Carneiro, adorei o poema ser criança. Muito Obrigada!
Volte sempre!RS.

 
At 2:51 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Peter & Samy, linkei o vosso blog. Gostei do que li.
Obrigado pelas gentis palavras, voltem sempre que quiserem, RS.

 
At 12:30 da manhã, Blogger vitor a. said...

Adorei o Post.
Raramente participo, mas não podia deixar de dar os parabens pelo mesmo.

 
At 11:05 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Obrigada pela visita, Vítor a., volte sempre!

 
At 2:37 da manhã, Anonymous Elaine said...

olá! que bom ver postagens sobre um tema tão relevante e atual como este, pois muitas pessoas ainda não sabem o é bullyng e muito menos como lidar com ele na escola e no trabalho!Peço-lhe a permissão para tratar do tema em meu blog e indicar o link desta sua postagem. permite? ...seu cantinho está excelente!muito rico em assuntos! parabéns!Elaine

 
At 2:37 da manhã, Anonymous Elaine said...

olá! que bom ver postagens sobre um tema tão relevante e atual como este, pois muitas pessoas ainda não sabem o é bullyng e muito menos como lidar com ele na escola e no trabalho!Peço-lhe a permissão para tratar do tema em meu blog e indicar o link desta sua postagem. permite? ...seu cantinho está excelente!muito rico em assuntos! parabéns!Elaine

 

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