sexta-feira, julho 06, 2007

Autismo infantil - Parte I


Os casos de João e Rita (meninos autistas)

O joão

Segundo a sua mãe, João quando bebé era afectuoso e brincalhão. Aos seis meses já se sentava e engatinhava. Com 10 meses começou a andar e aos 13 meses já podia contar. Um dia, com 18 meses a sua mãe encontrou-o sentado na cozinha brincando com as panelas de forma estereotipada (repetindo sempre os mesmos movimentos) e de tal forma concentrado que não respondeu às solicitações da mãe. A partir desse dia a mãe refere que ele se transformou. Parou de se relacionar com os outros, sejam crianças ou adultos. Agora a mãe observa que o João frequentemente corre ziguezagueando pela casa. Fixou-se em lâmpadas eléctricas, e então corre pela casa apagando e acendendo as luzes e se alguém tenta interrompê-lo ele fica bastante agitado, batendo e mordendo em quem se apresentar pela frente.

A Rita


Desde o dia em que nasceu que a mãe refere que a Rita apresenta comportamento dito anormal, pois parecia diferente das outras crianças.
Numa idade em que a maioria das crianças é curiosa e quer ver tudo, a Rita mexia-se pouco no berço e não respondia aos ruídos dos brinquedos. O seu desenvolvimento não se processou normalmente: ficou de pé, antes de engatinhar, e quando andava era na ponta dos pés. Aos dois anos e meio de idade ainda não falava e apenas agarrava os objectos ou gritava pelo que queria. Era capaz de ficar sentada durante horas olhando para um dos seus brinquedos. Durante uma sessão de avaliação passou todo o tempo puxando os tufos do casaco da psicóloga.


Estes dois casos poderiam ser semelhantes a muitos entre os casos de autismo infantil que existem no nosso planeta! O autismo infantil pertence aos distúrbios globais de desenvolvimento. O autismo manifesta-se através de uma tríade de perturbações em três domínios: social, linguagem e comunicação, pensamento e comportamento.
O desenvolvimento social é perturbado, diferente dos padrões habituais, especialmente o desenvolvimento interpessoal. A criança com autismo pode isolar-se mas pode também interagir de forma estranha, fora dos padrões habituais.
A comunicação, tanto verbal como não verbal é deficiente e desviada dos padrões habituais. A linguagem pode ter desvios semânticos e pragmáticos. Muitas pessoas com autismo (estima-se que cerca de 50%) não desenvolvem linguagem durante toda a vida (mutismo).
Observa-se rigidez do pensamento e do comportamento e fraca imaginação social. Na criança autista são frequentes comportamentos ritualistas e obsessivos, a dependência de rotinas, o atraso intelectual e a ausência de jogo imaginativo.

Normalmente o seu início é precoce, pois geralmente inicia-se antes dos trinta
meses de idade. Contudo, podem observar-se indicadores que o processo de desenvolvimento da criança não está a decorrer da forma desejada, mesmo antes dos seis meses.
Os pais e os profissionais de saúde devem estar alertas em relação ao autismo infantil sempre que desconfiem que determinados comportamentos são desadequados na criança.

São os pais que, numa primeira etapa, devem alertar os profissionais de saúde
que algo não está bem com as suas crianças, alertar para o facto das crianças manifestarem um comportamento menos normal e desadequado para a sua idade. Não é de estranhar que, quando as crianças iniciam a pré-primaria, esse comportamento também possa ser detectado pelos professores e educadores, os quais prontamente podem entrar em contacto com os pais ou profissionais de saúde, alertando-os para o facto de que a criança não tem o comportamento mais adequado.


Os médicos, enfermeiros e psicológos, lidam quase diariamente com mães que referem que as suas crianças apresentam comportamentos "incomuns", tais como:
- Não estabelecer contacto com os olhos;
- Parecer ser surdo;
- Tendo iniciado o desenvolvimento da linguagem, esse desenvolvimento é completamente interrompido e repentinamente;
- Age como se não tivesse conhecimento daquilo que acontece com os outros,
- É heteroagressivo sem motivos para isso;
- Torna-se inacessível à comunicação com os outros;

- Em vez de explorar o seu meio ambiente e as novidades, restringe-se na fixação de objectos;
- Quando se fixa num objecto não se fixa como um todo mas fixa-se nas suas partes;
- Apresenta, por vezes, gestos imotivados como o balancear das mãos ou então balancear-se;
- Cheira ou lambe os brinquedos;

- Aparentemente mostra-se insensível aos ferimentos podendo mesmo autoagredir-se;

Bibliografia:

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 1980;
Barthélemy et al (2000) - Descrição do Autismo - International Association Autism-Europe
DELONG, BEAU, BROWN, 1981
ORGANIZAÇÀO MUNDIAL; DE SAÚDE, 1993

Links importantes:

http://dislexia.do.sapo.pt/autismo.html

http://violada_mas_nao_vencida.blogs.sapo.pt/15365.html

http://iuri-alex.blogs.sapo.pt/1319.html

Associação dos Amigos da Criança Autista

Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo

45 Comments:

At 4:11 da tarde, Anonymous Paulo Mestre said...

Olá Rosa, mais um excelente texto. O que fazer como pais de uma criança com autismo?que apoios existem para esta doença?que cuidados a ter com a mesma?são questões queos pais colocam constantemente quando t~em um filho com esta doença!
Parabéns pelo texto mais uma vez e BOM FIM-DE-SEMANA!

 
At 2:54 da manhã, Anonymous Odele Souza said...

Rosa,
Parabéns por este teu espaço e pela preocupação que demonstras ter com o próximo.Todos deveriam usar este valioso recurso que são os blogs para divulgar idéias e ações que possam de alguma forma ajudar alguém. As crianças autistas, as desaparecidas, coomo você faz aqui. Fico sempre muito tocada quando sei que uma criança desapareceu porque essa dor deve ser a mais terrível de todas. Minha filha está em coma, inconsciente há vários anos, mas está aqui, no quarto ao lado, ao alcance de meus cuidados e de meu abraço, de meu carinho. Já quem tem um filho desaparecido nem isso pode oferecer. Rosa, também sou um pouco inexperiente em usar os recursos que a blogsfera oferece. Mas gostaria de incluir no blog de Flavia, um serviço de procura por crianças desaparecidas,não só no Brasil mas também no mundo pois esses crápulas que raptam crianças devem levá-las para fora de seus países de orígem. O desaparecimento de crianças extrapola fronteiras e o mundo inteiro deveria se unir no esforço de divulgar os nomes. Quem sabe ainda tenhamos a recompensa de saber que uma criança foi localizada porque sua foto foi vista em um blog. Vale apostar nessa esperança.
Um beijo e fique com meu carinho.

 
At 4:30 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Paulo,o que fazer como pais de uma criança com autismo?que apoios existem para esta doença?que cuidados a ter com a mesma?são questões a que tentarei responder num próximo post!
obrigada pela visita,RS.

 
At 4:48 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Odele, alguns sites de ajuda no sentido de se encontrarem as crianças desaparecidas são pouco divulgados, como é o caso do site da policia judiciária portugûes, mas já existem no you tube alguns vídeos em que crianças desaparecidas em todo o mendo são visionadas, o que também é uma ajuda.Contudo acho que faltam apoios a nível estatal para uma melhor cobertura dessa acção que é a procura dessas crianças, deveriam existir leis mais rigorosas em relação à pedofilia, prostituição, negócio de órgãos, rapto de crianças, etc.Sem isso é díficil, e a Odele sabe como ninguém que a ajuda, por vezes, falta....
Quem sabe, concordo consigo, que ainda tenhamos a alegria de saber que uma criança foi localizada porque a sua foto foi vista num blog.
Um beijo e boa semana!

 
At 7:35 da manhã, Blogger Viver Um Novo Fim said...

Interessante rever este tema, muito bom.
Aproveito para deixar aqui um muito obrigada pelo prémio blog com grelos.Não consegui bem entrar nos coments de Prémios do criancices.
è dificil escolher mulheres pois como se sabe há poucas ainda identificadas... ou eu não navego suficientemente pela internete.
Também como vês os links não são o meu forte, mas vou tentar outra vez, O tempo neste momento é pouco mas a vontade de fazer é muita.
Muito obrigada pela motivação pela coragem e disponibilidade que tens dedicado á nosssa profissão, deu para perceber. Já há quase um ano que caminho ao lado do "criancices" assim como do "cogitar enfermagem"

 
At 11:54 da manhã, Blogger markus said...

parabens pelo lindo espaço criado.
“Tenho o coração granitado e fresco...Pintado pela noite…”
Um bom dia e boa semana ***

 
At 2:41 da tarde, Blogger Palavras_@vesso said...

Olá Rosa, fantástico trabalho!
As crianças quando apresentam problemas no seu desenvolvimento seja em que campo for deveriam ter uma atenção redubrada por parte dos adultos independentemente do papel que ocupam em suas vidas. E infelizmente muitas das vezes não existe essa atenção porque as pessoas não estão sensibilizadas para a importancia que é dispistar imediatamente tais crianças... elas acabam por ser levadas de arrasto numa rotina que pouco as ajuda e acabam por criar sentimentos que os adultos não percebem posteriormente de onde surgiram nem porquê.
nos meus anos de serviço ainda não apanhei nenhuma criança com problemas no seu desenvolvimento, mas tento estar sempre atenta a pequenos sinais e sintomas para então informar os pais e ajudar da melhor maneira possivél.
Todos so olhos são poucos quando os sintomas estão tão bem camuflados. Nós profissionais temos de ser rigorosos e andar sempre com uma cabula mental para não deixarmos escapar a avaliação de uma criança.
bjokas @vesso

 
At 7:49 da tarde, Blogger Ana S. said...

Olá Rosa.
Este é um assunto pouco discutido na sociedade e merece muito mais atenção do que lhe é dado.
Parabéns por tomares a iniciativa no teu blog.
Beijos

 
At 1:16 da manhã, Blogger Um Poema said...

Rosa,
Ler os teus artigos deixa-me com sentimentos desencontrados. Por um lado é a sensação da minha ignorância, em matérias tão importantes, que me deixa apreensivo, por outro, é a consciência da importância destas questões que me surpreende e me faz admirar a forma clara e simples como as expões.

Um abraço

 
At 7:44 da tarde, Blogger Sailing said...

Ola amiga um excelente texto para um problema bem real. Excelente mesmo.

Agradeço tb a mensagem no meu mar.

Bjs e ate breve

 
At 9:57 da tarde, Blogger Ana G said...

Rosa, o autismo é a minha "segunda" opção de investigação... em termos infantis, esta área é a que me seduz. Tenho trabalhado com meninos com esta problemática e estou bem dentro do assunto. Belo texto. Parabéns.

 
At 8:28 da tarde, Blogger Dreamaster said...

Olá D.Rosa.

Isto é realmente um verdadeiro pesadelo pros pais. O futuro depositado num filho completamente abalado. Tenho pena dos pais.

Já agora, publiquei o teu texto no meu blog: http://grandecomentador.blogspot.com/

Espero q aches bem.


Bjs
D.

 
At 9:22 da tarde, Blogger Nana said...

Bon artigo, como jà nos tens habituado.
Também eu, na minha profissão, tenho que estar atenta a sintomas e desvios de comportamento, pois bem sei que, por vezes, os pais são os ultimos a "vêr" a realidade e quanto é importante fazer un diagnostico para começar a ajudar a criança o mais cedo possivel.
Também observo que hoje em dia jà não se deita as "culpas" para cima da mãe destas crianças, como foi o caso durante longos anos...

 
At 6:55 da tarde, Anonymous kaska said...

Sempre maravilhoso e útil este blog. Bom fim de semana.

 
At 10:48 da tarde, Blogger António said...

Olá, Rosa!
Li atentamente mais um dos teus magníficos e instrutivos artigos.
Não digo mais nada além de que fico a aguardar a continuação.

Beijinhos

 
At 4:19 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Utilia, este tema é interessante na medida em que não aparece merecedor de grande abordagem no massa médio e por isso é importante relembrar que as crianças autistas e suas famílias também existem!
Um beijinho grande!

 
At 4:21 da tarde, Blogger Rosa Silvestre said...

Markus, o teu espaço também é lindo! Obrigada por me ofereceres a oportunidade de o conhecer!
Volta sempre!

 
At 9:25 da tarde, Blogger Milagre de Vida said...

Muito pertinente o artigo, não é fácil quando nos deparamos com a realidade...
O diagnóstico e o tratamento tem que ter por parceiros incondicionais, força de vontade, paciência, persistência, muito amor...
Aproveito para felicita-la pela "enfermagem pediátrica" Os artigos sobre acidentes óptimos.
Area muito importante para nós, um dia destes pedimos uma maozinha...

 
At 5:05 da tarde, Blogger Sophie said...

Olá amiga.
Mais um excelente texto, onde revelas a pessoa linda e maravilhosa que és.
Obrigada, por de vez em quando me ires ler e me dares um pouco de força.
Obrigada, do fundo do coração.
Um beijo meu.

 
At 5:05 da tarde, Blogger Sophie said...

Olá amiga.
Mais um excelente texto, onde revelas a pessoa linda e maravilhosa que és.
Obrigada, por de vez em quando me ires ler e me dares um pouco de força.
Obrigada, do fundo do coração.
Um beijo meu.

 
At 7:19 da tarde, Blogger Lifepassenger said...

Olá Rosa, mais um excelente texto.

Excelente artigo ficam também os contactos para dar aos Pais.

Boa Semana para ti... Temos um dia que combinar um encontro entre nós Bloguistas...

 
At 7:24 da tarde, Blogger Lifepassenger said...

Muitos Pais e mesmo nós Profissionais por vezes descuramos a nossa atenção para este Problema. Por vezes porque achamos que os Pais sabem, outras porque não queremos ser alarmistas, mas o que fica e vocês deixaram isso bem patente é que o Informar diminui o estado de relaxamento... Algumas fotos são reais, vejo-as por vezes todos os dias na Urgência, sempre porque as Crianças são mais ágeis do que julgamos...

Ps: NUNCA consegui colocar um Comentário no vosso Blog de Enfermagem Pediatrica!!!

 
At 10:35 da tarde, Blogger Um Poema said...

Rosa,

Fica um abraço

 
At 8:30 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Raquel, de facto, muitas vezes, exite ausência de informação para uma actuação mais adequada nestes casos, pelo menos no que toca à sensibilização....
Obrigada paelas tuas palavras, volta sempre!
bjinhos grandes!

 
At 8:33 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Ana S.
Efectivamente não se discute muito as diferenças nas crianças, essencialmente quando são perturbações graves .... e concordo contigo quando dizes que muito mais atenção do que lhe é dado.por isso, em parte, é que o criancices existe!
Beijos grandes!

 
At 8:34 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Vítor, ainda bem que ler os meus artigos deixa-te com sentimentos desencontrados. Aquilo que pretende é por muita gente a pensar.....
Um abraço também para ti!

 
At 8:36 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Ola sailing, ainda bem que achas que este é um excelente texto para um problema bem real. Volta sempre.
Bjs e ate breve, RS.

 
At 8:37 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Ana g, o autismo tem sido sempre uma opção de investigação... Obrigada pelas tuas gentis palavras! bjinhos!
Volta sempre!

 
At 8:40 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá D. Concordo quando dizes que é realmente um verdadeiro pesadelo para os pais. É uma doença muito complexa e que requer cuidados ainda mais complexos!
Bjs, RS.

 
At 8:41 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá nana, ainda bem que observas que hoje em dia jà não se culpabiliza tanto a mãe destas crianças, como foi o caso durante longos anos... Bjinhos!

 
At 8:43 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá kaskas, obrigada pelas gentis palavras.
Bom fim de semana.

 
At 8:44 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá António, tudo bem?
Sei que ficas sempre a aguardar a continuação.hehehe!

Beijinhos

 
At 8:45 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá milagre de vidaMuito O vosso blog é espectácular! Voltem sempre!

 
At 8:47 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Sophie, os amigos servem para dar um pouco de força, mesmo que essa seja virtual, mas a intenção está lá! Obrigada pelas tuas gentis palavras, bjinhos grandes!

 
At 8:49 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Sérgio, obrigada pelos comentários. Boa Semana para ti... Temos mesmo um dia que combinar um encontro entre nós Bloguistas... estou plenamente de acordo!

 
At 8:49 da tarde, Blogger Ana S. said...

Olá Rosa
O calor ataca e a preguiça instala-se por estes lados. Vou de férias mas volto qualquer dia!
Beijos

 
At 6:49 da tarde, Blogger Dreamaster said...

Já vi q tás de férias ;)


Bjs
D.

 
At 10:39 da manhã, Blogger M R said...

Agradeço este teu trabalho.

A divulgação do autismo é importantíssimo. Há muitos casos não diagnosticados, ou com diagnóstico errado!

saudações amigas

 
At 5:22 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Ana, Boas Férias!
Bjinhos.

 
At 5:23 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

OLÁ D. Não estou ainda de férias, mas está quase, falta o quase! Bjinhos.

 
At 5:25 da manhã, Blogger Rosa Silvestre said...

Olá Mrio Relvas, efectivamente ainda existem muitos preconceitos e falsas verdades quanto ao diagnóstico desta doença, sendo por isso nunca demais falar nela!
Saudações amigas!

 
At 1:48 da tarde, Anonymous Anónimo said...

ola rosa, sou mãe de uma linda menina de três anos, ela teve um leve atraso para sentar ,caminhar e quando o fez elacaminhava nas pontas dos pés, ela nunca durmiu mais de 4horas a noite com 1 coxilo de 1 hora a tarde, sempre muito agitada, ela não brinca apenas espalha os brinquedos, tem obcessão por barbies e cavalos, adora girar, nunca fica tonta.
=Ela tem ficado cada vez mais agreciva e sem motivos, ela regrediu na fala não diz mais nada praticamente, não sente falta daquilo que não vê.estou a um ano e mrio tentando um diagtnóstico agora ela está fazendo avaliação psiquiátrica, gostaria da tua opinião pois estou precisando de apoio para ajudar minha menininha a se desnvolver o melhor possível.

 
At 7:23 da tarde, Anonymous luzia lima said...

Este espaço me foi enviado por DEUS, sou cord. pedagógica já trabalhamos com várias crianças DA, Daw, C. de Angelis e agora temos dois autistas e estava perdida sem saber como oferecer algo a mais além das atividades "normais" DA CMEI,eu estava precisando de uma luz para
não deixa-los simplesmente junto com as outras crianças sabia que deveria oferecer algo além disso e
vcs me deram o caminho posso e devo respeitar o tempo de cada um e
oferecer atividades lúdicas com bastante frequencia, posso trabalhar musica com várias rítmos
e v ou procurar com autorização das mães a fono deles para pedir tambem orientações. Parabéns, pelo trabalho de vcs, séra de grande ajuda grata Luzia Lima.

 
At 12:58 da tarde, Anonymous sonia rodriguues said...

ola eu tenho 2 filhos 1 com 8 anos e a outra com 2 anos que tem autismo nao sei se e genetico nem se nao mas ainda tenho muitas duvidas deste tema. se puderem enviem informaçoes para sonia.8974@hotmail.com obrigado

 
At 7:01 da manhã, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 

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